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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

O céu é testemunha


O homem que aceita caminhar ou não nos mandamentos do Senhor Deus tem como escolha a vida e a felicidade; a morte e a desgraça. 

A escolha que fizermos nos levará a viver a bênção ou a maldição. 

Assim sendo, nós temos o mapa para descobrir o caminho da vida e da felicidade. 

A nossa própria vida se constitui uma prova da veracidade do que a Palavra nos afirma, por isso, somos testemunhas disso: na medida em que caminharmos com Deus e que seguirmos a lei do amor, apesar das dificuldades, nós teremos paz e esperança. 
Do contrário, sofreremos desespero, angústia e aflição. 

A proposta do Senhor para nós é que O amemos e provemos isto, seguindo os Seus caminhos e guardando as Suas leis e os Seus decretos. 
E a recompensa que teremos é uma descendência numerosa e a Sua bênção durante o tempo em que caminhamos aqui na terra. 

Porém, o Senhor também nos adverte: “Não vivereis muito tempo na terra onde ides entrar”, significando isto que a nossa vida aqui na terra é passageira e que o tempo em que nós vivemos é o momento ideal para aceitarmos a Sua proposta. 

A hora é esta! É pegar ou largar! 

O céu é testemunha da Palavra de Deus, e é para lá que caminhamos, portanto não podemos nos isentar nem ficar de fora. 

 - Como está a sua vida, seus sentimentos? 
- Você tem paz ou aflição no coração? 
- O que está lhe faltando? 
– Você tem vivido na bênção ou na maldição? 
- Você, tem certeza que já fez a opção certa?

Um novo caminho

sábado, 30 de maio de 2015

Vivendo na sabedoria

Mesmo sem perceber nem transparecer, todos nós vivemos em busca da sabedoria.


Buscar a sabedoria e com ela viver eternamente é o passo mais seguro para que tenhamos a alegria de seguir por um caminho reto, desde já. 

A sabedoria é o amor de Deus vivendo em nós, agindo através das nossas ações. 

A sabedoria é a manifestação Espírito Santo em nós, nos fazendo criaturas novas, nos ensinando a progredir na graça, nos levando a participar da natureza divina. 

A sabedoria é Jesus Cristo que vive em nós pela presença do Espírito Santo que continuamente nos transfigura de um grau de glória para outro, e por isso, vamos nos tornando cada vez mais semelhantes a Ele. 

Quando pomos em prática a sabedoria não somos confundidos nem nos confundimos e progredimos segundo a vontade de Deus. 

A sabedoria nos leva, portanto, a nos arrepender e reconhecer quando precisamos mudar e a nossa alma aprende a ser valente e cuidadosa. 

 – Nas suas orações você tem pedido a sabedoria de Deus?
 – Você tem firme conhecimento do amor de Deus por você? 
– Você tem sabido viver com sabedoria? 
– O que você tem buscado na sua vida? 
– O que está faltando para que você seja mais feliz?

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Momentos de orfandade

Ester 4,17 (14, 1.3-5 .12-14) –

A Rainha Ester, ameaçada de morte, buscou refúgio no Senhor e desabafou a sua amargura confiando em que sua oração seria atendida. 



Há momentos na nossa vida em que também nos encontramos em situações de verdadeira orfandade e nos sentimos sós. 
São tempos de deserto, de humilhação, de incapacidade, de impotência. 
Ester, então, representa para nós todo homem e toda mulher que se sente órfão (ã) no mundo, sujeitos às injustiças e à maldade, mas que confia no Senhor. 

Sentimo-nos na orfandade quando os inimigos nos atacam e eles estão muitas vezes dentro de nós mesmos (as): o medo, a revolta, a ira, a inveja, o ressentimento, as feridas da nossa vida, das quais nem temos conhecimento. 
Somos muitas vezes responsáveis pelas coisas que acontecem erradamente. O que dá errado pode ser o que não compreendemos e que foge aos nossos padrões certinhos. 

Só o Senhor poderá nos alinhar no caminho certo. 
Quando suplicamos o Seu auxílio, Ele nos coloca na boca um discurso atraente, para enfrentar os “leões” que nos apavoram, através da Sua Palavra, dos Seus ensinamentos, do Seu Evangelho. 

Ao invés, então de seguirmos a cartilha do mundo nós aprendemos na Cartilha de Deus que é o Livro da Vida e os nossos inimigos vão caindo e o nosso luto se transforma em alegria. 

 - Você reconhece a sua orfandade, sua limitação? 
Quem poderá ajudá-lo (a)? 
– Você ainda se sente na orfandade? 
– O que você faz quando tem que enfrentar “os leões” da vida? 
– Faça você também como Ester a sua oração ao Senhor. Ele é o Rei que irá escutá-lo (a).

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

O tempo que foi perdido


Aquela mulher que Jesus curou estava doente há dezoito anos! 

Fazendo uma analogia com a nossa vida podemos deduzir que “dezoito anos” pode significar o tempo da nossa vida em que passamos entregues às nossas próprias sugestões, vivendo conforme a vontade da nossa humanidade, olhando para nós mesmos, incapazes de contemplar a Deus e distanciados dos nossos irmãos e irmãs. 

É um tempo em que passamos entregues ao espírito do mundo, que nos encurva e nos submete às suas mazelas e misérias. 
Um tempo que foi perdido! 

Por isso, nos tornamos pessoas infelizes, doentes, incapazes de caminhar livremente, com o olhar voltado somente para baixo, para nós mesmos, para nossos interesses. 
O espírito do mundo nos torna, doentes e paralisados pelo egoísmo, pela ganância, pela comiseração, pela murmuração e tantas outras coisas que nos impedem de caminhar em busca da plenitude da vida que Jesus veio nos dar. 
Enquanto não somos curados por Jesus o espírito do mal nos escraviza. 

O tempo em que vivemos assim não conta para Deus se nos deixarmos tocar pela força operadora de Jesus que quer nos salvar mesmo que seja “dia de sábado”. Dia de sábado, hoje, poderá ser aquele momento em que todos acham inconveniente se falar de Deus, mesmo que haja muitas pessoas que precisam ouvir o que o Senhor tem a lhes falar. 
Ou então, aquela ocasião em que entendemos não ter nada a ver se tocar nas coisas do espírito, quando estamos tratando dos negócios, de trabalho, de estudos, em fim de coisas “importantes” para o desenvolvimento social.
Às vezes, em um aniversário ou em uma festa onde todos se divertem, há alguém precisando conhecer Jesus, ser tocado por Ele e nós, respeitando as “conveniências”, nos omitimos. 

Para nós também Jesus diz: “Hipócritas!” Sim, somos hipócritas porque não temos coragem de anunciar Jesus por onde andamos, temos respeito humano e não queremos nos expor, por orgulho. Somos homens e mulheres encurvados  que precisamos de salvação, cura e libertação. 

Assim como olhou para aquela mulher encurvada, Jesus também olha para nós que estamos na “sinagoga em dia de sábado”, isto é na missa, na adoração, no grupo de oração, preocupados somente com a nossa deformação, e, com compaixão e também nos diz: “Mulher (homem), estás livre da tua doença” e cura-nos mesmo que para o mundo não seja o momento adequado. 

Portanto, peçamos a Deus a graça de sermos curados para amar e servir a Deus em qualquer dia, a qualquer hora e em qualquer lugar, mesmo que seja dia de sábado. 
– A doença do mundo é o egoísmo. 
– Você tem olhado para cima e para os lados ou só tem pensado nas suas preocupaçõezinhas? 
 – Qual o espírito que pode o estar deixando, encurvado?
- Você escolhe hora e lugar adequados para falar de Jesus? 
- Você se envergonha de falar das coisas de Deus nos ambientes do mundo? 
- Você também se sente um homem ou uma mulher encurvada que precisa ser tocada por Jesus?
- O que tem feito você sentir-se encurvado? 
A falta de perdão? 
O desamor? 
 Reflita!

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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O tempo presente é um sinal de Deus



Jesus nos instrui a como dar valor ao tempo presente da nossa vida e nos mostra que as revelações do Pai também se manifestam por meio dos fatos e dos acontecimentos do nosso dia a dia. 

Assim Ele nos ensina a decifrar por meio dos fatos e acontecimentos o sinal de Deus para a nossa vida do mesmo modo como distinguimos os sinais aparentes que a natureza nos revela em relação ao clima, e outras ocorrências, os quais nos ajudam a nos prevenir e assim nos proteger das intempéries. 

Portanto, “Interpretar o tempo presente” é fazer uma reflexão do modo como estamos vivendo, das ações que estamos praticando, da justiça ou injustiça que estamos promovendo diante dos nossos irmãos. 

Assim como percebemos as mudanças climáticas, as rotações das estações do ano, e detectamos se vem chuva ou sol, nós também precisamos estar atentos (as) aos sinais de Deus para interpretar o tempo presente da nossa vida. 

Por meio das diversas situações que passamos o Senhor nos dá os meios para que possamos praticar a justiça e o amor. 
Portanto, o nosso momento presente é também um presente de Deus para nós, porque representa uma chance que temos para pôr em prática, concretamente, o que o Senhor nos ensina na Sua Palavra. 

Nós só temos um tempo para tomar decisão: é o tempo presente. Se não avaliarmos agora, a nossa vida, talvez mais tarde já não tenhamos tempo para arrependimento. 

Portanto, a hora é essa, se você está passando por algum momento difícil de sofrimento ou de doença, se você não está compreendendo nada do que tem sucedido na sua vida ou com a sua família, dê um voto de confiança ao Senhor e, procure perceber os sinais que são evidentes. 

O Espírito Santo quer conduzir-nos na melhor direção e, além do mais, Deus deve estar querendo construir em nós, um homem novo, acrisolado, purificado. 

Confiemos Nele e tudo passará!

- Você tem procurado tempo para meditar sobre a sua existência à Luz de Deus? 
– Os acontecimentos da sua vida presente têm tido algum significado para você? 
– Qual é para você a perspectiva do seu futuro em relação ao que você tem vivenciado no tempo presente? 
– Você sabia que com Jesus, a dor se transforma em amor?

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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Felicidade interior x ambição


A ganância é uma arma que dispara contra o próprio ganancioso. 
O homem ou a mulher ganancioso (a) tem o coração regido pelo desejo de ter mais, de amealhar, de juntar egoisticamente e nunca estar satisfeito com o que possui. 

Quanto mais bens materiais alcança mais e mais luta para conseguir. 
Acha que a sua vida “vale tanto quanto mais pesarem os seus bens” e não consegue distinguir a diferença entre prosperidade e ambição. 

“A vida do homem não consiste na abundância de bens”, é o que nos afirma Jesus. 

Nós temos a tendência de confundir o anseio de felicidade que existe dentro de nós com a concupiscência do ter e do possuir mais. 

Tudo neste mundo contribui para alimentar em nós esta deformação da nossa alma. 
Desejamos a Deus e investimos nas coisas do inimigo de Deus. 

O homem da parábola foi chamado de “Louco” porque quis dispor da sua vida e preparar a sua alma para receber as benesses da sua provisão material. Ledo engano, loucura pura! 

Jesus nos adverte: “Cuidado com todo tipo de ganância!” 

Porém, a ganância e a ambição não estão ligadas somente ao material. 
Tudo quanto nós perseguimos com cobiça e queremos nos apropriar como atributo nosso se constitui empecilho para não sermos ricos diante de Deus. 

Deus deseja que o nosso coração seja livre de toda preocupação exagerada com o ter, com o possuir, com o poder. 

Ele sabe que a nossa alma não descansará em paz se o nosso ideal de vida estiver voltado para a nossa satisfação pessoal. 

Não sabemos quanto tempo de vida ainda teremos aqui. 
A nossa alma poderá ser pedida de volta, ainda hoje, e de quem serão os bens que acumulamos? 

Portanto, sejamos ávidos do amor de Deus que é a maior riqueza que podemos possuir e, mesmo esse amor, nós não poderemos guardar somente para nós, porque assim estaremos sendo também, egoístas e gananciosos. 

Todavia, estejamos certos de que quem ama com o amor que vem do céu é rico diante de Deus e está pronto (a) para retornar à casa do Pai. 

A riqueza que ele (a) acumulou seguirá junto e será a oferenda perfeita que agrada a Deus .

- Onde você está guardando o “tesouro” que tem acumulado? 
- Esse seu tesouro é uma oferta agradável ao Senhor?
- O que você tem feito com o Amor de Deus que está no seu coração?
- Você tem outro entendimento desse Evangelho? 

Peça ao Espírito Santo para iluminar a sua mente e perceba qual a mensagem para a sua situação de vida atual.

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A graça da salvação é um presente de Deus


O príncipe deste mundo é o demônio!
Ele tenta nos aprisionar à mentalidade do mundo, nos acena e quer nos atrair para as paixões da carne levando-nos à morte eterna que é a nossa separação da fonte de vida que é o Amor do próprio Deus, Pai e Criador. 

Jesus veio para nos libertar desta situação, no entanto, muitos de nós ainda continuamos vivendo esta realidade de sujeição aos artifícios do príncipe deste mundo. 

A vida e a morte estão ao nosso alcance! 

Em nós está tanto o apelo para as boas obras como para as obras do mal, depende de nós a opção de dar passos para frente ou continuarmos retrocedendo no caminho da escuridão. 

Por isso, São Paulo é bem claro quando afirma: “é por graça que vós sois salvos”! 

Entretanto, se não abraçarmos a graça que Deus nos concede, com certeza continuaremos mortos, mesmo que ainda não tenhamos passado pela morte física. 

Abracemos, pois, a graça da salvação que é um presente de Deus Pai, rico em misericórdia para conosco quando nos concedeu o dom da fé para que, crendo em Jesus Cristo, possamos praticar todo tipo de obra boa. 

– Você já conseguiu sair da escuridão, da ignorância, do tempo que a carne imperava na sua vida? 
– O Espírito é quem o (a) conduz? 
– Você tem praticado obras segundo a graça que Deus o concede?

um novo caminho

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Guiai-me, Senhor


A palavra de Deus é como uma lâmpada acesa que ilumina o nosso caminho nos afastando do pecado e do mal. 

O verdadeiro caminho para a nossa felicidade é descoberto por nós através dos preceitos do Senhor. 

Se os seguirmos encontraremos com certeza, o itinerário para uma vida plena e abundante desde já e, quando chegar a nossa hora, com certeza, vislumbraremos a Luz de Jesus guiando os nossos passos para o céu.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O amor vivido atrai o perdão de Deus


Aquela mulher pecadora tinha fé na misericórdia de Deus e demonstrou isto quando enfrentou os fariseus e ousou prostrar-se aos pés de Jesus para lhe lavar os pés com perfume e enxuga-los com seus cabelos.
Para aquela mulher nada importava mais do que receber o perdão de Jesus e demonstrar a Ele o seu grande amor. 

Por isso os gestos daquela mulher a quem todos apontavam como sendo uma pecadora tocaram tão profundamente o coração de Jesus a ponto de lhe perdoar os pecados. 

Assim sendo, neste episódio, Jesus nos ensina que o amor demonstrado por nós é o maior motivo para que sejamos absolvidos das nossas transgressões. 

Jesus também nos mostra que nunca deixará passar as oportunidades para nos acolher mesmo que sejamos os maiores pecadores, e do mesmo modo ministrar o perdão dos nossos pecados. 
Podemos então, verificar que o perdão de Deus está condicionado ao nosso coração contrito e cheio de bons propósitos. 

O perfume valioso poderá ser a nossa oração nos momentos em que, também, nos deixamos estar aos pés de Nosso Senhor. 
Provamos muito amor e confiança quando dobramos os joelhos diante Dele e com as nossas lágrimas de arrependimento sincero e com a nossa oração penitente beijamos os Seus pés. 
Beijar os pés de Jesus é adorá-Lo na Santa Eucaristia, é acolher a Sua Palavra no coração e também, servi-Lo na pessoa dos nossos irmãos e irmãs. 

Portanto, temos também muitas oportunidades para, como a mulher da história, comprovar o nosso amor por Jesus colocando diante dele o nosso coração arrependido e cheio de boas intenções. 

– O que você “tem feito” para ser perdoado (a) dos seus pecados? 
– Você tem demonstrado amor nas ações do seu dia a dia? 
– Como está a sua vida de oração? 
– Você tem estado aos pés de Jesus, arrependido (a)?

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O sábio não perde tempo com lamentações


Jesus nos alerta para que não sejamos como “crianças mimadas” que não sabem o que querem e não se conformam com o que possuem. 
A comparação com “crianças que se sentam nas praças” é uma referência às nossas infantilidades quando duvidamos das ações de Deus na nossa vida, quando cobramos Dele coisas que na maioria das vezes dependem primeiramente de nós. 
 
Não queremos perceber os Seus sinais, somos insatisfeitos e, desejamos que todas as coisas, aconteçam de acordo com a nossa vontade sem mesmo saber qual é, na verdade, o motivo pelo qual nós as pedimos e as esperamos. 

Não temos convicção de quem somos nem do que queremos e qual é o ideal da nossa vida. Reclamamos de tudo e não aproveitamos o momento atual para apreender, mesmo que seja com o sofrimento ou com a bonança, na alegria ou na tristeza. 

Somos nós essas crianças que não sabem o que querem nem tampouco do que precisam e se justificam pondo a culpa nos outros. 
Nunca assumimos as nossas carências, deficiências, leviandades, mudanças de humor e de opinião e há sempre alguém que é o nosso algoz, o réu, o acusado. 

Cada fato e acontecimento da nossa existência, quando enxergado com os olhos de Deus contém o seu aprendizado. Às vezes perdemos as graças que o Senhor nos dispensa porque não sabemos “entender os sinais dos tempos”. 

O negativo na maioria das vezes prevalece aos nossos olhos, não sabemos enxergar as luzes acesas e olhamos somente para as luzes que estão apagadas. 
Ainda não nos dispusemos a abrir o coração e perceber o reino de Deus que está dentro de nós. Sábio, portanto, é aquele que acolhe a palavra de Deus sem protesto e sem discussão. 

O sábio não perde tempo com lamentações, nem lamúrias. 
Somos “filhos da sabedoria” quando nos deixamos envolver pelo mistério da piedade, o mistério da Fé em Jesus Cristo, sem questionar ou murmurar. Jesus quer que sejamos “filhos da sabedoria”, que possamos sentir o cheiro de Deus em todos os acontecimentos da nossa vida. 

Mas ainda há tempo para que nós formemos uma geração diferente da geração do tempo de Jesus aqui na terra! 

- Essa história tem alguma coisa a ver com você? 
– Você é eternamente uma pessoa insatisfeita ou já enxerga o dedo de Deus na sua vida? 
– Você faz parte também dessa geração de crianças que não sabem o que querem? 
– Quem será o (a) culpado (a) por você nunca melhorar nem crescer? 
- Você se ajusta com facilidade aos fatos da sua vida ou você tem dificuldade de mudança?


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Palavras que nos trazem alegria e vigor


O profeta Jeremias é convocado por Deus para exortar, consolar, animar e preparar o Seu povo para enfrentar as lutas e as dificuldades da vida. 

Em todos os tempos Deus os escolheu como participantes no Seu Projeto de Salvação. 

Por meio da Sua Palavra nós tomamos conhecimento de tudo quanto os profetas anunciaram para que nós também sejamos confortados e animados para enfrentar as batalhas da nossa vida. 

Portanto, a Palavra de Deus para nós é como uma vitamina que nos fortalece quando estamos abatidos e sem coragem. 

O profeta Jeremias, nos diz palavras que nos trazem alegria e vigor: “Vamos, põe a roupa e o cinto, levanta-te… não tenhas medo…” 
O Senhor nos incentiva a que estejamos sempre prontos para enfrentarmos os desafios, confiando Nele que tem o poder de transformar-nos em “cidade fortificada, coluna de ferro, muro de bronze” , figuras que representam o homem preparado para a luta. 

“Eu estou contigo para defender-te”, isto é o que diz o Senhor a cada um de nós. 

Amparados nesta verdade todos podemos prosseguir adiante, sem medo e sem temor. Deus fará, Deus proverá, Deus cuidará de nós! 

– Como você está se sentindo ultimamente: desanimado, sem esperança, ou confiante? 
– Você confia que esta palavra é dirigida para você, hoje, neste momento? 
– Você conhece alguém mais que está precisando ser incentivado também com uma palavra como essa? 
– Faça o que o Senhor mandou que Jeremias fizesse: comunique a essa pessoa tudo o que Deus quer prometer a ela.

um novo caminho

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Consequências das más ações


Os sentimentos que cultivamos no coração, dependendo dos seus atributos fomentam as nossas ações, boas ou más. 
O que nós pensamos, imaginamos e, obstinadamente buscamos, torna-se realidade de acordo com a nossa persistência. 
A ambição e a cobiça são anseios que têm origem a partir dos nossos pensamentos e desejos humanos. 
O profeta Miquéias,  fala do homem ou da mulher que trama a iniquidade e se ocupa da maldade ainda em seu leito, isto é, quando está deitado (a), pensativo (a), durante a noite, a sós. 

Tudo o que quer, acaba por conseguir, porém o resultado é desastroso e as consequências são, na maioria das vezes, funestas e devastadoras. 
Isto, nós podemos comprovar quando vemos os fatos e ouvimos as notícias dos telejornais diários: prisões, denúncias, escândalos, humilhação para alguém que não procedeu bem, que maquinou contra o próximo, que cometeu crimes contra o erário. 

Talvez nunca tenham parado também para imaginar e pensar que o “feitiço voltaria contra o feiticeiro”. 
Mas esta é a regra natural: tudo o que nós plantamos, colhemos. 

A Palavra de Deus é uma fonte de ensinamento para que possamos caminhar com firmeza e não tropeçar nem deslizar nas nossas próprias ações. 
E todos nós que meditamos nos preceitos do Senhor só cairemos nas armadilhas de satanás se quisermos, isto é, por opção nossa. 
Temos os profetas, a Lei e o próprio Deus que veio nos ensinar a ser feliz. Todavia, se preferirmos nos aventurar, poderemos ver ruir até o que construímos com sacrifícios.

Aparentemente, o ímpio tem sucesso e dá mostras de uma vida promissora e, se gloria dos seus excessos. Não reconhece a Deus nem teme pelas suas transgressões. 
No entanto, todos os que enriquecem por meios ilícitos sofrem a aflição e caem na miséria. 

O salmista descreve a situação dos dois e comprova que o Senhor vê a dor e o sofrimento do pobre que é honesto e se abandona confiante à proteção divina.

um novo caminho

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Uma regra de ouro


Esta é uma regra de ouro: Seremos julgados com o mesmo julgamento com que julgarmos e seremos medidos com a mesma medida com que medirmos. 
É isso que Jesus nos assegura no Evangelho. 

Tudo o que queiramos dos outros precisamos também nós, vivermos. 
Geralmente nós nos acostumamos a cobrar das outras pessoas coisas que desejaríamos também realizar e não o conseguimos. 

Quando olhamos para o outro e logo “enxergamos” as suas falhas, inconscientemente estamos descobrindo também as nossas limitações, por isso, o erro do outro chama tanto a nossa atenção e tem tanto peso para nós. 

A nossa maneira de julgar torna-se então um motivo para que sejamos também julgados. Na mesma medida em que medimos as ações dos outros nós também seremos medidos. 

Precisamos estar conscientes de que todos nós temos limitações e precisamos de ajustes. 

O outro como eu, tem os seus motivos, tem a sua história e precisa da minha compreensão. 

Todos nós temos a capacidade para grandes transformações, assim sendo, precisamos ajuizar somente a nós e às nossas atitudes com o intuito de melhorar nas nossas relações com os nossos irmãos. 
 
Faça hoje esta reflexão para o seu crescimento:

– Você se acha autossuficiente e incapaz de cometer “grandes pecados”? 
– O que você considera um grande pecado? 
– Você tem o costume de fazer julgamentos mesmo que sejam no seu interior? 
– Como você acha que será julgado, assim como você julga? 

Um novo caminho

quinta-feira, 19 de junho de 2014

A caminhada do povo de Deus


Recordando a caminhada do povo de Deus no deserto em busca de uma terra nova o autor do Livro do Deuteronômio nos relata todos os acontecimentos ao mesmo tempo em que relata a ação divina no meio do povo. 
 
Nesses acontecimentos admiráveis ele também relembra os desafios que esse povo teve que superar durante a travessia. 
Foi preciso que fossem humilhados e provados, que passassem por dificuldades para que enxergassem a onipotência do Senhor e não se ufanassem das suas conquistas. 

Somos caminhantes no deserto deste mundo e o Senhor também nos promete uma vida nova. 
Mas para que possamos caminhar seguros nós também precisamos ser exercitados na nossa humanidade que se preocupa muito com o material, com o que comer e beber, vestir, usufruir...
 

A nossa caminhada em busca desta nova vida tem como prioridade o alimento espiritual que sustenta o nosso interior. 

Estamos atravessando o deserto da nossa vida, somos também provados, purificados e até humilhados todos os dias, mas o Senhor faz jorrar água da pedra dura do nosso coração a água que mata a nossa sede na dureza dessa estrada. 

O mais importante, porém, é que, pela graça de Deus estamos conquistando esta terra nova que nos foi prometida desde que aqui chegamos. 

– Como você tem encarado as dificuldades do seu dia a dia? 
– Elas têm exercitado você para a dureza da estrada? 
– Você tem progredido nas virtudes por causa das suas experiências? 

– Pense nisto!

um novo caminho

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Deus dá a graça a quem permanece firme Nele.


Ninguém segura o poder de Deus! 
Dispersos e espalhados por vários lugares por causa da perseguição por conta da morte de Estevão, os discípulos tiveram a oportunidade de anunciar a boa nova de Jesus também em outras cidades, aos judeus e, também, aos gregos. 
O que aparentemente era considerado uma derrota, foi ao contrário, um ensejo de crescimento para a Igreja de Jesus. 

A obra do Senhor se realiza na medida em que somos fiéis e permanecemos confiantes na missão mesmo que “aparentemente” as coisas não estejam dando certo. Deus é quem coloca no nosso coração o ardor missionário que faz com que possamos cumprir o mandamento de Jesus: “Ide e evangelizai”! 

Podemos perceber isto também no dia a dia da nossa vida. 

Quando estamos cheios do Espírito Santo a perseguição e as dificuldades nos desacomodam e nos desinstalam nos fazendo caminhar e crescer. 
Todas as dificuldade pelas quais passamos são para nós ocasião de perceber a força de Deus em nós e, assim, firmados na Sua palavra, dar ao mundo um testemunho de vida nova. Deus dá a graça a quem permanece firme Nele. 
O Espírito Santo é quem nos sustenta e nos capacita! 

Deus tem um plano a realizar a partir da nossa compreensão para as coisas que nos são humanamente incompreensíveis. 
Precisamos compreender e avaliar se as dificuldades pelas quais estamos passando, atualmente, estão sendo para nós motivo de crescimento ou se estamos nos apavorando diante dos desafios. 

Se estivermos firmes no Senhor, com certeza, nós também poderemos nos alegrar e continuar a viver confiantes nos planos de Deus. 
 - Você entende isso? 
Quanto mais somos perseguidos mais oportunidade temos de crescer? 
– A dificuldade faz você criar mais coragem ou o (a) desestimula? 
– Você atualmente está passando por alguma dificuldade? 
– Avalie o seu crescimento por causa dela!

um novo caminho

domingo, 4 de maio de 2014

A nossa cegueira espiritual


Nós também vivemos hoje tal qual os discípulos de Emaús! 
Conversamos sobre as coisas que ouvimos falar nas Escrituras, apreciamos as Suas mensagens, nos surpreendemos com os fatos e acontecimento, no entanto, o que lemos e aprendemos não nos induz a perceber que o próprio Jesus é quem caminha conosco e nos fala a todo o momento. 

Partilhamos a Sua Palavra como se ouvíssemos falar de algo que aconteceu há dois mil anos e como se fôssemos cegos, nós também não enxergamos Jesus que, pela Sua Palavra se faz presente na nossa história para mudar o rumo dos seus acontecimentos. 

Sempre estamos esperando que as coisas aconteçam em conformidade com o que já planejamos. 

Entendemos que não deveria haver choro, nem sofrimento, e que num passe de mágica as nossas dores deveriam desaparecer. 

Nunca admitimos o desencontro, o plano frustrado nem o que aconteceu fora dos nossos padrões de expectativa. 

Nós nos escandalizamos porque apesar de ser pessoas de oração e nos considerar cristãos verdadeiros, ainda não vimos se cumprirem na nossa vida as promessas que Deus já nos fez. 

Jesus hoje quer fazer conosco como fez com os discípulos de Emaús e se apresenta diante de nós com o poder da Sua ressurreição, e também nos repreende: “como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram!” 

Na realidade, como cristãos, nunca poderemos duvidar da Palavra de Deus, desde os profetas e até Jesus que veio nos revelar os mistérios do Pai. 
Nunca deveremos nos esquecer de que partilhamos Jesus na Eucaristia, e que é Ele próprio quem parte o Seu Corpo no Pão que sacia a nossa fome e eleva o Cálice do Seu Sangue que mata a nossa sede. 

Jesus Cristo se faz presente no nosso caminho de uma maneira muito sutil e também muito simples, quando participamos de uma Celebração Eucarística e comungamos o Seu Corpo e o Seu Sangue, quando meditamos na Sua Palavra, quando O adoramos no Santíssimo Sacramento. 

Da mesma forma como os discípulos de Emaus nós também sentimos que alguma coisa mudou no interior do nosso coração que arde em zelo mesmo que nada de extraordinário tenha acontecido. 

Precisamos ter mais consciência de que possuímos um verdadeiro manancial de salvação ao nosso dispor e que se assim quisermos Jesus nunca irá sair de perto de nós quando chegar a noite escura da desolação. 

A certeza de que realmente o Senhor ressuscitado está muito perto de nós, poderá mudar toda a nossa compreensão diante dos fatos que nos tiram do sério. 

Dessa forma, como os discípulos de Emaús, nós também poderemos anunciar ao mundo a Boa Nova da Ressurreição de Jesus dizendo: “Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a mim”!

 - O que você tem apreendido com as Escrituras? 
– Você já percebeu que a Bíblia é o próprio Jesus nos instruindo a viver feliz? 
– Você tem consciência de que Jesus caminha muito perto de nós? 
– O que você sente quando O adora na Hóstia Consagrada? 
– Você se decepciona com os fracassos da sua vida ou espera a vitória final?

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segunda-feira, 31 de março de 2014

Coisas passadas serão esquecidas


Por meio do profeta Isaias o Senhor nos faz uma linda promessa quando diz: “coisas passadas serão esquecidas, não voltarão mais à memória”.

Sabedores de que as promessas de Deus se cumprem, devemos, portanto, manter a viva a nossa esperança no Senhor que cria para nós, desde já, novos céus e uma nova terra a fim de que experimentemos a Sua misericórdia infinita. 

Novos céus e nova terra significam, pois, o estágio de alegria e exultação do homem que é perdoado dos seus pecados, que se apossa da clemência do Senhor e acolhe a salvação de Jesus Cristo. 

Coisas passadas serão esquecidas. É nesse “clima” que o Senhor quer que nós, seus filhos, vivamos, sem pranto nem dor. 

A Pátria que o Senhor nos preparou para nela, construir casas, plantar e colher é a terra do nosso coração. 

Aqui mesmo na terra nós podemos viver este clima de céu, harmonia interior, arrependimento, confissão dos pecados, um verdadeiro ressurgir no Espírito Santo. 

Depende de nós e da nossa entrega absoluta à manifestação do Espírito Santo que nos desinstala, nos desacomoda e nos leva a entregar a nossa vida, como um todo, nas mãos de Deus. 

 - Como você acha que poderá viver esta promessa de Deus aqui na terra? 
 – O que precisa acontecer para que isto seja uma realidade? 
 -O que depende de você?

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domingo, 23 de março de 2014

Salmo 94 – “Hoje não fecheis o vosso coração mas ouvi a voz do Senhor”!


Quando nós nos sentimos realmente como ovelhas do rebanho do Senhor, nós podemos dizer que o nosso coração está aberto e acolhedor para receber todas as graças da Sua Providência. 

Fechar o coração significa não querer escutar, não buscar entender nem tampouco admitir que Deus tem poder para nos guiar e conduzir na caminhada que estamos fazendo. 

Quando nos dispomos, conscientemente, a reconhecê-Lo como o nosso único Senhor e Salvador nós conseguimos prosseguir a nossa marcha cantando louvores e expressando alegria. 

 Aí, então, somos realmente, povo de Deus e parte do Seu rebanho.

um novo caminho

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Para ver as coisas com os olhos da fé


Nas curas que Jesus realizava havia sempre um movimento, uma palavra, um gesto, uma expressão, uma exortação e uma recomendação. 

Ele nada fazia parecendo ser um passe de mágica, como se fosse um milagreiro. Com muita paciência e carinho Jesus sempre se voltava para a pessoa necessitada e se ocupava com ela dando atenção à sua necessidade. 

No episódio de hoje verificamos como Jesus pegou o cego pela mão; tirou-o do meio da multidão; cuspiu nos olhos dele; colocou as mãos sobre ele; indagou dele se já estava enxergando; depois colocou novamente as mãos sobre os seus olhos. 

A cada dia o Senhor quer fazer em nós uma obra nova e é por isso, que necessitamos de cura para enxergar direito de acordo com a visão de Deus. 

No entanto, num processo de cura e libertação espirituais também precisamos aprender a ter paciência e esperar o tempo previsto, pois este é uma prerrogativa de Deus. 

Assim como fez com aquele homem, nos nossos momentos de oração, Jesus nos pega pela mão, nos leva para um lugar tranquilo, cospe nos nossos olhos, coloca suas mãos sobre nós e nos pergunta: “Estás vendo alguma coisa”? Jesus deseja nos dar uma visão nítida daquilo que Ele nos mostra. 

A nossa resposta nós a damos ao longo da nossa vida com as nossas palavras e ações, quando demonstramos que ainda “estamos vendo os homens como árvores que andam”, porque ainda tiramos conclusões precipitados do que vemos e não sabemos distinguir as coisas. 

Enxergamos os acontecimentos e as pessoas superficialmente, fazemos nosso ajuizamento delas e assim continuamos na cegueira.

No entanto, Jesus, que além de curar o nosso interior quer também curar os nossos relacionamentos, pacientemente nos acolhe e nos toca quantas vezes for preciso e, aos poucos, nós vamos enxergando melhor todos os fatos e acontecimentos. 

Devagarinho, na medida da nossa intimidade com Deus o Espírito Santo nos retira do meio do problema, e nos faz ver as coisas e as ocorrências com os olhos da fé iluminando a nossa inteligência e nos dando o discernimento para que possamos voltar para o nosso lugar e agir conforme a Sua vontade. 

Faça também, hoje, essa experiência com Jesus. 
Peça para que Ele tire a sua cegueira espiritual a fim de que você compreenda melhor o aspecto e o interior das pessoas com quem você se relaciona 
O Espírito Santo o ajudará a ver tudo em conformidade com a Palavra de Deus.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Perseverança na fé


....  Às vezes nós não entendemos o porquê das provações, das dificuldades da nossa vida. 
Ficamos revoltados quando somos provados e precisamos passar por experiências tristes, com as quais não contávamos. 
Precisamos da sabedoria de Deus para enxergar os Seus propósitos para nós e perceber que só podemos exercitar a nossa fé se formos testados. 
 Como poderemos afirmar que temos fé, ou que somos perseverantes se tudo nos acontecer como passe de mágica, sem nenhuma dificuldade? 
Deus nos dá a sabedoria sem pedir nada em troca e é com a Sua sabedoria que nós adquirimos a fé. 
Se, temos a sabedoria de Deus, não podemos duvidar das suas obras. 

Precisamos, pois, pedir a Deus a sabedoria para que não nos tornemos “ricos” de nós mesmos e no final sejamos humilhados, caindo na nossa própria arapuca. 
Precisamos, também, ter consciência de que tudo passará: os nossos bens, a nossa juventude, o tempo dos grandes empreendimentos, do sucesso. 

Restar-nos-á, somente, a Sabedoria de Deus que é o Seu Amor agindo em nós e por meio de nós. 
Porém, peçamos a Deus a sabedoria, com fé, sem duvidar nem olhar para o que o mundo nos ensina. 

O homem que só acredita na hora que tudo está bem é inconstante, não merece crédito, é “homem de duas almas... 
- Como a sua fé tem sido provada?  
– Você é daquelas pessoas que desiste na primeira dificuldade ou continua confiante?

um novo caminho