sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Palavras que nos trazem alegria e vigor


O profeta Jeremias é convocado por Deus para exortar, consolar, animar e preparar o Seu povo para enfrentar as lutas e as dificuldades da vida. 

Em todos os tempos Deus os escolheu como participantes no Seu Projeto de Salvação. 

Por meio da Sua Palavra nós tomamos conhecimento de tudo quanto os profetas anunciaram para que nós também sejamos confortados e animados para enfrentar as batalhas da nossa vida. 

Portanto, a Palavra de Deus para nós é como uma vitamina que nos fortalece quando estamos abatidos e sem coragem. 

O profeta Jeremias, nos diz palavras que nos trazem alegria e vigor: “Vamos, põe a roupa e o cinto, levanta-te… não tenhas medo…” 
O Senhor nos incentiva a que estejamos sempre prontos para enfrentarmos os desafios, confiando Nele que tem o poder de transformar-nos em “cidade fortificada, coluna de ferro, muro de bronze” , figuras que representam o homem preparado para a luta. 

“Eu estou contigo para defender-te”, isto é o que diz o Senhor a cada um de nós. 

Amparados nesta verdade todos podemos prosseguir adiante, sem medo e sem temor. Deus fará, Deus proverá, Deus cuidará de nós! 

– Como você está se sentindo ultimamente: desanimado, sem esperança, ou confiante? 
– Você confia que esta palavra é dirigida para você, hoje, neste momento? 
– Você conhece alguém mais que está precisando ser incentivado também com uma palavra como essa? 
– Faça o que o Senhor mandou que Jeremias fizesse: comunique a essa pessoa tudo o que Deus quer prometer a ela.

um novo caminho

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Oração para obter a humildade


"Senhor, tu conheces a minha fraqueza; cada manhã, tomo a resolução de praticar a humildade e, 

à noite, reconheço ter cometido ainda muitas faltas de orgulho; 

ao verificar isto, sinto-me tentada a desanimar, mas eu sei que o desânimo também é orgulho. 

Assim, quero, ó meu Deus, pôr toda a minha esperança em ti".


(oração de Santa Teresinha para ganhar ânimo e coragem para o dia-a-dia)

Amar a Cristo...


Querido Jesus, guia-nos na total submissão à Tua vontade imitando-Te como na que tiveste em relação a Maria Santíssima e a São José.

A Tua submissão desde criança foi o prenúncio e o espelho de toda a Tua vida entre nós de servir e nunca de ser servido, ajuda-nos pois a ter a humildade e o amor ao próximo para seguirmos o Teu exemplo.

Não nos deixes, Te rogamos, a jamais nos acomodarmos no convencimento presunçoso de que já somos bons filhos Teus.

Senhor Jesus Filho de Deus tem compaixão de nós que somos soberbos!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Oração da dúvida


Quantas dúvidas, quantas incertezas, Senhor!
Não duvido de Ti, Senhor, como é também uma certeza inabalável no meu coração a Tua presença em mim, nos outros e no meio de nós!

As minhas dúvidas e as minhas incertezas, residem na minha relação conTigo.

É que sabes, Senhor, gostaria de viver por Ti um amor puro, isento de qualquer interesse, um amor adoração, porque a Ti, Senhor, posso adorar.

Gostaria de rezar, mas sem o sentimento de que o faço para Te agradar.
Gostaria de rezar, mas sem Te pedir nada, por acreditar que sabes o que preciso.
Gostaria de Te seguir, “apenas” porque és Tu a vida, e não esperar outra recompensa que não seja a minha constante gratidão por me deixares seguir-Te, Senhor.
Gostaria que cada passo que dou, fosses Tu a dá-lo em mim, de modo a que o caminho que percorro, seja o caminho que me dás para caminhar.
Gostaria de Te ver em todos os que comigo se cruzam, de modo a que amasse cada um sem passado, (bom ou mau tanto me faz), mas apenas com o amor com que Tu nos amas, sempre.
Gostaria de olhar para Ti e ver-Te como Tomé, num grito que saia dentro de mim exclamando em alta voz: meu Senhor e meu Deus!
Gostara de Te comungar e deixar que tomasses conta de mim, do meu todo, de cada nervo, de cada órgão, de cada gesto, de cada sentimento, que não fosse apenas um momento, mas uma continuidade, que tornasse bem real a frase de Paulo na vida que Tu me dás: «Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim.»*

E tão longe estou, Senhor, tão longe!

Quanto mais me aproximo de Ti, mais parece que me afasto.
Quanto mais falo contigo, mais surdo pareces à minha voz.
Quanto mais luto contra o pecado, mais pecador eu me sinto.
Quanto mais subo a escada para o Céu, mas degraus nela colocas.
Quanto mais me ajoelho e humilho, mais orgulhoso e soberbo me pareço.
Quanto mais sinto que Te amo, mais fraco e volúvel me parece o meu amor.


Pois, não é pelos meus méritos, pois não, Senhor?
Mas apenas e só por Tua graça!

Então, Senhor, continua a provar-me, coloca pedras no meu caminho, mais uns degraus na escada, dá-me mais esta sensação de que estou longe, para que eu não adormeça, e não me julgue aquilo que eu não sou.

E se num momento qualquer, eu me começar a afundar no mar da vida, estende-me a mão, Senhor, e diz-me olhos nos olhos: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?»

Joaquim Mexia Alves

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Consequências das más ações


Os sentimentos que cultivamos no coração, dependendo dos seus atributos fomentam as nossas ações, boas ou más. 
O que nós pensamos, imaginamos e, obstinadamente buscamos, torna-se realidade de acordo com a nossa persistência. 
A ambição e a cobiça são anseios que têm origem a partir dos nossos pensamentos e desejos humanos. 
O profeta Miquéias,  fala do homem ou da mulher que trama a iniquidade e se ocupa da maldade ainda em seu leito, isto é, quando está deitado (a), pensativo (a), durante a noite, a sós. 

Tudo o que quer, acaba por conseguir, porém o resultado é desastroso e as consequências são, na maioria das vezes, funestas e devastadoras. 
Isto, nós podemos comprovar quando vemos os fatos e ouvimos as notícias dos telejornais diários: prisões, denúncias, escândalos, humilhação para alguém que não procedeu bem, que maquinou contra o próximo, que cometeu crimes contra o erário. 

Talvez nunca tenham parado também para imaginar e pensar que o “feitiço voltaria contra o feiticeiro”. 
Mas esta é a regra natural: tudo o que nós plantamos, colhemos. 

A Palavra de Deus é uma fonte de ensinamento para que possamos caminhar com firmeza e não tropeçar nem deslizar nas nossas próprias ações. 
E todos nós que meditamos nos preceitos do Senhor só cairemos nas armadilhas de satanás se quisermos, isto é, por opção nossa. 
Temos os profetas, a Lei e o próprio Deus que veio nos ensinar a ser feliz. Todavia, se preferirmos nos aventurar, poderemos ver ruir até o que construímos com sacrifícios.

Aparentemente, o ímpio tem sucesso e dá mostras de uma vida promissora e, se gloria dos seus excessos. Não reconhece a Deus nem teme pelas suas transgressões. 
No entanto, todos os que enriquecem por meios ilícitos sofrem a aflição e caem na miséria. 

O salmista descreve a situação dos dois e comprova que o Senhor vê a dor e o sofrimento do pobre que é honesto e se abandona confiante à proteção divina.

um novo caminho

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Paciência na prova


"Tende confiança em vossas provas. 
Não esqueçais que convém que a folha caia, 
para que reverdeça a árvore; 
que convém que a semente morra no seio da terra, 
para que se transforme em haste rejuvenescida e renovada. 

Ainda algum tempo de dor bem pacientemente suportada, 
e essa mortalidade se transformará em imortalidade gloriosa, 
essa decomposição que nos espera, 
há de transformar-se em luz brilhante! 

E reunidos com os bons no lugar de doce alívio e eterna paz, 
onde não há luto, nem gemido, nem dor de espécie alguma, sereis felizes, 
de uma felicidade serena e imperturbável, 
pois não vos preocupareis com o pensamento 
de que ela possa terminar, diminuir, arrefecer. 

Então direis: bem empregado o sofrimento
que durante a vida eu padeci, 
abençoadas as minhas dores, lutos e aflições. 
Instantes passageiros, minutos fugitivos, 
benditos para sempre sejais, 
pois me granjeastes a felicidade eterna!"


São Francisco de Sales

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Uma regra de ouro


Esta é uma regra de ouro: Seremos julgados com o mesmo julgamento com que julgarmos e seremos medidos com a mesma medida com que medirmos. 
É isso que Jesus nos assegura no Evangelho. 

Tudo o que queiramos dos outros precisamos também nós, vivermos. 
Geralmente nós nos acostumamos a cobrar das outras pessoas coisas que desejaríamos também realizar e não o conseguimos. 

Quando olhamos para o outro e logo “enxergamos” as suas falhas, inconscientemente estamos descobrindo também as nossas limitações, por isso, o erro do outro chama tanto a nossa atenção e tem tanto peso para nós. 

A nossa maneira de julgar torna-se então um motivo para que sejamos também julgados. Na mesma medida em que medimos as ações dos outros nós também seremos medidos. 

Precisamos estar conscientes de que todos nós temos limitações e precisamos de ajustes. 

O outro como eu, tem os seus motivos, tem a sua história e precisa da minha compreensão. 

Todos nós temos a capacidade para grandes transformações, assim sendo, precisamos ajuizar somente a nós e às nossas atitudes com o intuito de melhorar nas nossas relações com os nossos irmãos. 
 
Faça hoje esta reflexão para o seu crescimento:

– Você se acha autossuficiente e incapaz de cometer “grandes pecados”? 
– O que você considera um grande pecado? 
– Você tem o costume de fazer julgamentos mesmo que sejam no seu interior? 
– Como você acha que será julgado, assim como você julga? 

Um novo caminho